CycleHack Lisboa chega esta semana a Lisboa

CycleHack

A ideia é juntar no mesmo espaço um grupo de pessoas para que discutam soluções para as barreiras que as impedem ou inibem de usar a bicicleta. Através de uma série de actividades ao longo de 48 horas, o CycleHack junta um conjunto de pessoas com diferentes competências e experiências para olhar para o uso da bicicleta de uma nova forma.

Segundo Ana Pereira, da equipa organizadora do evento em Lisboa, “o CycleHack tem mostrado como o design molda a forma como as pessoas experienciam o sítio onde vivem, como pode criar novas comunidades que podem colaborar, e como pode empoderá-las para tornarem a sua cidade um sítio melhor.”

Um ‘cyclehack’ é uma ideia que pode ser prototipada e testada na cidade e que tenta resolver uma barreira ao uso da bicicleta. Continuar a ler

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Lisboa | Programa Reabilita Primeiro Paga Depois

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O Programa Reabilita Primeiro Paga Depois consiste na venda de edifícios municipais devolutos, com obrigação de realização de obras de reabilitação pelo adquirente, permitindo-se a este diferir o pagamento do preço até ao termo do prazo contratual, que terá em conta o licenciamento, a execução das obras e a colocação do imóvel no mercado.

reabitarlisboa

A execução do Programa Reabilita Primeiro Paga Depois é particularmente decisiva no atual contexto económico e financeiro, enquanto contributo municipal para:

–       Promover a reabilitação de património municipal devoluto e em mau estado de conservação, sem recurso a capitais próprios nem aumento do endividamento;

–       Racionalizar a estrutura da receita municipal, otimizando a sustentabilidade da gestão do parque habitacional;

–       Apoiar os pequenos e médios investidores, permitindo diferir o pagamento do preço do imóvel para o final da operação de reabilitação;

–       Incentivar a economia, gerando investimento diversificado no mercado da reabilitação urbana;

–       Dinamizar o setor da construção, fundamental para a manutenção e criação de novos postos de trabalho;

–       Aumentar a oferta de habitação na Cidade, por aquisição ou arrendamento, captando população para os bairros históricos. Continuar a ler

Lisboa OP 2016 – Apresentação de propostas até dia 12 de junho

Encontra-se a decorrer até dia 12 de junho a fase de apresentação de propostas para edição 2016 do Orçamento Participativo.

oplisboa

As propostas podem ser entregues até ao dia 12 de junho, online em www.lisboaparticipa.pt, nas sessões participativas, em todos os balcões de atendimento da CML ou presencialmente, na Rua de S. Julião nº 149 (Baixa de Lisboa, junto à R. do Ouro), todas as quartas e sextas-feiras entre as 12h30 e as 15h00.

Atribuição de apoios para Lisboa Capital Ibero-americana de Cultura 2017

Está a decorrer, até 6 de junho de 2016, uma fase excecional para receção de candidaturas para atribuição de apoios, exclusivamente dedicadas ao tema “Passado e Presente – Lisboa Capital Ibero-americana de Cultura 2017”.

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A cidade de Lisboa foi distinguida pela União das Cidades Capitais Ibero-americanas (UCCI) para ser a Capital Ibero-americana de Cultura em 2017, subordinada à temática “Passado e Presente”. Com vista a convocar os agentes culturais da cidade para participar neste evento, foi criada uma fase especial de candidatura, no âmbito do Regulamento de Atribuição de Apoios pelo Município de Lisboa – RAAML, dirigida a entidades culturais e estruturas artísticas que operam em Lisboa e que pretendam apresentar projetos artísticos dedicados ao tema.

As entidades interessadas devem apresentar a candidatura até ao dia 6 de junho 2016, entregando o formulário e documentos próprios. Consulte todas as informações no Anúncio e na área Serviços (formulários, contactos, regulamento). Continuar a ler

Semana do Empreendedorismo de Lisboa 2016

Pelo quinto ano consecutivo, a Câmara Municipal de Lisboa organiza a Semana do Empreendedorismo de Lisboa (SEL2016), que este ano irá decorrer de 2 a 8 Maio.

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Durante uma semana Lisboa será palco de mais de 30 eventos de entrada gratuita. Desde Open Days, Conferências, Talks, Masterclasses, Pitchs, Meetups e Reuniões 1-to-1, a Workshops e Mesas Redondas, haverá eventos para todos os públicos e para todos os gostos.

Mantendo a filosofia de mostrar a energia empreendedora e criativa de todos os atores que têm vindo a transformar Lisboa numa das cidades mais dinâmicas da Europa, esta iniciativa conta com mais 60 parceiros, fortemente empenhados em mostrar por que razão Lisboa é atualmente considerada uma das mais importantes Startup Cities da Europa!

São esperadas mais de 3.500 presenças nos diversos eventos que decorrerão em mais de 20 locais e espaços um pouco por toda cidade.

Entre os parceiros contam-se 8 incubadoras, alguns dos mais importantes investidores, instituições financeiras com programas nas áreas do empreendedorismo, 6 Universidades e Faculdades, 3 aceleradores, 5 espaços de coworking, e os mais importantes Espaços Criativos de Lisboa, todos envolvidos em múltiplas iniciativas e disponíveis para prestar informações e aconselhamento. Haverá mais de 200 sessões de matchmaking entre grandes empresas/ investidores e startups/empreendedores. Continuar a ler

Startups, sol e surf: Lisboa promovida como melhor capital europeia para trabalho e diversão

Fonte: Diário Económico

Um misto de ‘startups’, sol e surf fazem de Lisboa a melhor capital para trabalho e diversão, segundo análise da estação pública de televisão britânica. A BBC lembra que, embora esteja ainda a recuperar do esforço desenvolvido por causa da crise na zona euro que levou a economia nacional para números preocupantes, a cidade está a intensificar acções de apoio a negócios locais e a atrair investidores de todo o mundo.

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A TV britânica recorda como Lisboa foi escolhida para capital europeia do empreendedorismo em 2015 “após três anos seguidos de apoio municipal às ‘startups'”, não esquecendo a abertura de novos negócios e as reformas estéticas em muitos edifícios.

“A mudança tem sido dramática”, refere a BBC, citando Rui Coelho, director executivo da Invest Lisboa, a agência de promoção de investimento. “Registou-se um recorde na área do investimento em imobiliário, turismo e empreendedorismo em 2015. Isto é fantástico! No entanto, não ficámos parados, porque o desemprego ainda está demasiado alto e, no que concerne à reabilitação do centro urbano da cidade, muito está ainda por fazer”, explica o responsável.

A BBC relembra que, “embora o desemprego registasse descida do máximo de 17,5% assinalado em 2013, no final do ano passado ainda se situava nos 12,2%”. Continuar a ler

Lisboa apresenta Orçamento Participativo 2016

Participe, faça acontecer!

Informações:

http://www.lisboaparticipa.pt

http://www.facebook.com/lisboaparticipa

op@cm-lisboa.pt

Já arrancou a nona edição do Orçamento Participativo de Lisboa, apresentado por Fernando Medina em 18 de abril nos Paços do Concelho.

fernandomedina

Foi numa sala repleta, onde não faltaram vereadores, presidentes de juntas de freguesia, associações, coletividades e outras entidades que o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e o Vereador dos Sistemas de Informação, Desporto e Relação com o Munícipe, Jorge Máximo, apresentaram em 18 de abril a nona edição do Orçamento Participativo.

Fernando Medina destacou o êxito desta iniciativa para a cidade salientando que “Lisboa foi a primeira capital a ter um orçamento participativo e já é um elemento de sucesso na governação da cidade. É uma forma de dar poder às comunidades para desenvolverem os seus próprios projetos, é a capacidade de mobilizar as energias das pessoas: estudantes, grupos de amigos, coletividades, freguesias, é dar a voz a todos na cidade. Ao longo destes anos o OP foi uma importante ferramenta que nos apontou o futuro para a cidade de Lisboa”, concluiu.

Também Jorge Máximo considerou o OP como uma das mais notáveis bandeiras participativas na cidade de Lisboa” e apresentou quatro importantes novidades para esta nona edição:” Vai ter uma componente de interação disponível no telemóvel, as 24 juntas de freguesia vão ser interlocutores este ano, a transparência na votação, e a equidade, uma maior distribuição territorial pelas cinco Unidades Territoriais de Lisboa (UIT): Centro Histórico, Zona Centro, Zona Oriental, Zona Ocidental e Zona Norte.

Propostas até 12 de junho

Este ano o OP terá um orçamento de 2,5 milhões de euros para concretização dos projetos eleitos. Decorre de 18 de abril a 20 de novembro de 2016, sendo que a fase de apresentação de propostas estará aberta até dia 12 de junho.

Após esta fase dá-se início à análise técnica das propostas e apresentação da lista provisória de projetos para depois culminar o processo com a fase de votação.

As propostas poderão ser entregues online, nas sessões participativas (agenda disponível no site), no atendimento presencial, na rua de S. Julião nº 149 (Baixa de Lisboa, junto à rua do Ouro), todas as quartas e sextas-feiras entre as 12h30 e as 15horas e em todos os balcões de atendimento da CML.

Desde 2008 que o Município de Lisboa fomenta a participação dos cidadãos com o objetivo de se pronunciarem sobre a cidade, nas suas várias áreas: ação social, cultura, urbanismo e reabilitação urbana, espaço público e espaço verde, mobilidade e infraestruturas, entre outras.

Desde o seu início já foram eleitos 88 projetos para a cidade, dos quais se destacam: o Centro de Inovação da Mouraria, a Casa dos Animais de Lisboa, o Rocódromo Municipal Indoor (modalidade de escalada), o Circuito Lisboa a Mexer (4 provas de corridas e caminhadas na cidade), a reabilitação da Igreja de S. Cristóvão, a incubadora de empresas Start Up Lisboa e muitos outros.

Lisboa, Porto e Sintra na frente mundial por cidades inclusivas

Fonte: DN

Presidentes dos três municípios firmaram, em Nova Iorque, compromisso que envolve 43 cidades. Sistema educativo e mercado de trabalho são áreas a ter em atenção.

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A preocupação já existia, mas, a partir de agora, o compromisso é oficial e internacional: os presidentes das câmaras municipais de Lisboa, Porto e Sintra foram três dos 43 autarcas de todos os continentes, à exceção da Oceânia, que, na terça-feira, subscreveram em Nova Iorque a proposta da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e da Fundação Ford para promover o “crescimento inclusivo das cidades”.

O sistema educativo, o mercado de habitação e os serviços públicos serão algumas das áreas a merecer particular atenção, tendo ficado já acordado que, em novembro, haverá lugar a uma troca de experiências em Paris (França). Na sua participação num painel transmitido online, o líder da capital portuguesa, Fernando Medina, elegeu os transportes públicos, a tecnologia e a coordenação de políticas a nível metropolitano como as peças fundamentais para que o crescimento inclusivo seja possível. Continuar a ler

Lisboa| Presidente há um ano, Medina fez do balanço uma visão do futuro

Fonte: DN

Autarca socialista que substituiu António Costa na liderança da câmara municipal reiterou ontem que a capital vive “momento excecional”. Inclusão social é uma das prioridades.

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Foi anunciada como sessão de apresentação do balanço do primeiro ano de mandato de Fernando Medina (PS) à frente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), que hoje se assinala, mas acabou por ser uma cerimónia dedicada a mostrar, durante 50 minutos, a “visão” do executivo para a capital.

Numa ocasião que contou com a presença do socialista Jorge Coelho e diversas figuras públicas da cultura e do desporto, o autarca que a 6 de abril de 2015 substituiu António Costa (PS), atual primeiro-ministro, na liderança do município reiterou ontem que a cidade vive um “momento excecional”, com o turismo, os serviços e o empreendedorismo a desempenharem um papel fundamental.

O projeto “Uma Praça em Cada Bairro”, que prevê a reconversão de 30 locais hoje dominados pelo automóvel em espaços de convívio ao ar livre, a requalificação da frente ribeirinha entre Santa Apolónia e o Cais do Sodré, a melhoria das condições de mobilidade pedonal, a execução do plano de drenagem e o lançamento de um programa de habitação de renda acessível dirigido à classe média foram algumas das iniciativas destacadas por Fernando Medina, que, mais uma vez, fez questão de alertar para o potencial de exclusão do tipo de desenvolvimento que Lisboa está a ter. A inclusão social, nomeadamente dos idosos e dos jovens menos qualificados, foi, por isso, um dos três eixos salientados pelo autarca.

Num discurso proferido no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz, o presidente da CML sublinhou, de resto, o facto de, já sob a tutela do atual Governo, ter sido criada “pela primeira vez uma ligação institucional forte e organizada entre a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa” e a autarquia, através da inclusão no conselho de administração da entidade dirigida por Pedro Santana Lopes de um vogal nomeado pelo município. Continuar a ler

Fórum AML transportes | Fernando Medina quer transportes mais baratos e subsidiados pelo Estado

Fonte: Lusa

“Não há verdadeiro sistema de transporte público que seja sustentado sem subsidiação. É este o ponto de partida. Ou é lucrativo porque se concentra em áreas que são lucrativas, ou temos um verdadeiro e eficaz sistema onde, claramente, as receitas não cobrem” as despesas, disse o autarca.

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Fernando Medina falava na sessão de abertura do Fórum Mobilidade e Sistema Metropolitano de Transportes: Direito à Mobilidade com Transportes Públicos Sustentáveis, que hoje decorre no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, em Lisboa.

Na sua intervenção, o autarca defendeu que o futuro sistema de transportes públicos da Área Metropolitana de Lisboa deve ser “acessível para todos os cidadãos”, tanto na mobilidade como nos preços, que considera “altos”.

“Pretendemos a redução dos preços que hoje estão a ser praticados para muitos dos nossos munícipes”, frisou.

Para Medina, os transportes públicos devem ainda conquistar credibilidade, ser integrados e ganhar flexibilidade, porque os “padrões de mobilidade alteraram-se profundamente nos últimos 30 anos e os meios de transporte não acompanharam essa mudança”.

Referindo-se ao debate sobre a municipalização dos transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa que está a decorrer, o presidente da Câmara de Lisboa disse que encontrou um sistema “profundamente desarticulado e desajustado”. Continuar a ler

Lisboa em 42º lugar no ‘ranking’ de qualidade de vida em 230 cidades

Fonte: DN

De acordo com a avaliação deste ano, Lisboa desceu um lugar em relação a 2015.

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Lisboa é a 42ª cidade com melhor qualidade de vida, numa lista de 230 cidades publicada anualmente pela consultora Mercer e divulgada esta segunda-feira, que uma vez mais é dominada por cidades europeias com Viena, na Áustria, à cabeça.

O 18º estudo da Mercer “Quality of Living 2016” analisa a qualidade de vida em 230 cidades, de acordo com 39 parâmetros, que refletem o ambiente social, político, económico e sociocultural, fatores médico-sanitários, escolas e educação, serviços públicos e de transportes, bens de consumo disponíveis, habitação e fatores naturais.

De acordo com a avaliação deste ano, Lisboa desceu um lugar em relação a 2015 e é a 42ª cidade com melhor qualidade de vida, estando em 59º lugar no que respeita ao nível de segurança pessoal, baseado em dados como a estabilidade interna, a criminalidade e a aplicação da lei local.

Sete das 10 cidades na lista com melhor qualidade de vida do mundo são europeias.

Tal como nos últimos sete anos, Viena continua a ser a cidade com maior nível de qualidade de vida a nível mundial, seguida de Zurique (Suíça), Auckland (Nova Zelândia), as alemãs Munique, Dusseldorf e Frankfurt, Genebra (Suíça) e Copenhaga (Dinamarca).

As cidades pior posicionadas em relação à qualidade de vida na Europa são Kiev (176º, Ucrânia), Tirana (179º, Albânia) e Minsk (190º, Bielorrússia). Continuar a ler

Lisboa Aberta – plataforma de dados abertos da cidade

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A Câmara Municipal de Lisboa criou uma plataforma que centraliza e disponibiliza dados abertos sobre Lisboa, não apenas do Município, mas também de um amplo conjunto de entidades relevantes da cidade.

O Lisboa DataStore é um portal livre e gratuito de partilha de dados, onde cidadãos, empresas, investigadores e programadores podem encontrar centenas de datasets.. O contributo de todos é fundamental para que se quer cada vez mais Lisboa se afirme como uma cidade inclusiva, inteligente e inovadora.

Na nossa zona de dados e geodados terá a possibilidade de visualizar, descarregar, e pesquisar os datasets da cidade, municipais e de um conjunto de empresas e entidades que dispõem de dados sobre Lisboa, por áreas temáticas. Estes datasets estarão disponíveis em formatos abertos, e sob uma licença aberta. Terá ainda acesso a toda a documentação que lhe permitirá utilizar os datasets da melhor maneira.

Lisboa | Rede de bicicletas partilhadas a funcionar em 2017

Fonte: DN

Rede deverá contar com 1410 bicicletas, distribuídas por 140 estações na cidade.

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Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) quer recorrer a fundos comunitários para financiar a rede de bicicletas partilhadas da cidade, que deverá estar em funcionamento na primavera de 2017, foi hoje anunciado.

“Estamos a ver se, no âmbito dos programas do Portugal 2020 e outros programas europeus, podemos candidatar [o projeto]”, disse à agência Lusa o administrador da EMEL, João Dias.

Tendo em conta que alguns programas “promovem a mobilidade sustentável (…), temos esperança que um sistema desta natureza possa ter cabimento e ser elegível”, acrescentou o responsável, indicando que a EMEL tem vários projetos financiados por fundos comunitários, como o da frota elétrica.

Em outubro passado, a EMEL lançou um concurso público para “aquisição, implementação e operação do Sistema de Bicicletas Públicas Partilhadas na cidade de Lisboa”, com um valor base de 28.904.000 euros e um prazo contratual de 108 meses (nove anos).
Porém, devido à exclusão por questões formais das 10 candidaturas apresentadas – que eram, essencialmente, de empresas estrangeiras -, a EMEL decidiu lançar um novo concurso, o que deverá acontecer “até ao final do mês”, estimou João Dias.

Dos critérios de adjudicação fazem parte a “proposta economicamente mais vantajosa” (que vale 50% no coeficiente de ponderação), a experiência de utilização da bicicleta (30%), as componentes funcionais (10%) e a imagem (10%).

Em causa está uma rede de 1.410 bicicletas distribuídas por 140 estações: 92 no planalto central da cidade, 27 na baixa e frente ribeirinha, 15 no Parque das Nações e seis no eixo central (que abrange as avenidas Fontes Pereira de Melo e da Liberdade). Continuar a ler

Enamorados por Lisboa – 12 a 14 fevereiro 2016

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O programa Enamorados por Lisboa regressa à cidade entre 12 e 14 de fevereiro e oferece motivos para se apaixonar ainda mais por Lisboa. A edição deste ano propõe uma viagem que se inicia no mundo virtual e se prolonga pelos jardins e bairros de Lisboa, explorando corredores e ligações.

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A abertura inédita ao público do Palácio Virtvs, Passeios Orientados, falados ou meditativos, Loucos por…Bicicletas, sessões de yoga, Speed date com os Chefs, workshops de tiro com arco Clube Prático do Cupido e de amarras com o Workshop Cem Nós, Jantar para Desemparelhados, Slow Message Service e Poetas do Povo-Poesia de Engate são algumas das muitas experiências propostas na cidade.

Na página de facebook O Sexo e a Cidade de Lisboa são lançados dois passatempos: Conhecemo-nos online, em que os participantes são convidados a partilhar uma história, pessoal ou não, em que o romance começou online e Chats, para que vos quero, um espaço de partilha de diálogos cómicos, amorosos ou inesperados online ou por sms. As participações mais votadas recebem prémios. Continuar a ler

Lisboa | Prémio Municipal voluntariado, candidaturas até 31 janeiro

O Prémio Municipal de Voluntariado visa distinguir o melhor projeto/ação de voluntariado, concretizado em 2015, que contribua, designadamente, para a promoção do voluntariado na cidade de Lisboa.

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Poderão concorrer à atribuição do Prémio Municipal de Voluntariado as pessoas coletivas que promovam atividades de reconhecido interesse para o Município de Lisboa.

O prazo de candidaturas decorre entre o dia 5 de dezembro de 2015 e o dia 31 de janeiro de 2016, inclusive.

As candidaturas deverão ser dirigidas e enviadas para o Departamento para os Direitos Sociais, até às 24h00 horas do dia 31 de Janeiro, para o seguinte e-mail: banco.voluntariado@cm-lisboa.pt.

Lisboa | Projeto-farol para as Smart Cities

Sharing Cities é o nome da candidatura apresentada em maio pelas autarquias de Lisboa, Londres e Milão aos programas comunitários destinados a tornar as cidades mais inteligentes e melhorar índices de eficiência energética. Estas duas vertentes, fundamentais para uma evolução sustentada da qualidade de vida das populações, são consideradas prioritárias no espaço europeu. A candidatura foi assim incluída no conjunto de projetos-farol comunitários, com direito a uma verba de 28 milhões de euros.

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O consórcio europeu agora aprovado conseguiu angariar à sua volta uma série de parceiros, num total de 35 entidades ligadas ao meio académico e centros de investigação, operadores nas áreas dos transportes e empresas do setor privado ligadas às tecnologias de informação e comunicação, energia e ambiente (ver anexo).

Para além das três cidades que encabeçam a candidatura, estão a acompanhar o processo outros municípios interessados em implementar os sistemas que Lisboa vai experimentar. Em Portugal, são 15 as cidades envolvidas que darão a dimensão multiplicadora ao projeto, considerada essencial na decisão do júri da candidatura. Os sistemas testados serão assim depois ser espalhados por outras localidades a nível nacional.

Este projeto pioneiro vai envolver a aplicação direta em Lisboa de cerca de 7,5 milhões de euros, ao longo dos próximos quatro anos. Tudo acontecerá numa zona piloto onde serão desenvolvidos sistemas de gestão articulados que vão permitir aumentar a eficiência energética em edifícios e dotar esta área de redes de mobilidade mais adaptada aos padrões de uso diário e, ao mesmo tempo, menos poluentes. Continuar a ler

Opinião | Presidente de todos por Fernando Medina

fernando medinaOs principais poderes do Presidente da República não estão escritos nem são formais: o poder da palavra, da influência e da mobilização do País. São esses poderes que permitem ao Presidente exercer a sua autoridade e condicionar o rumo dos acontecimentos.

Estes poderes decorrem, desde logo, de o Presidente ser eleito pelo voto de todos. Mas dependem sobretudo da capacidade de saber interpretar o sentido mais profundo da sociedade portuguesa e de se manter em sintonia com ela. Isto implica, desde logo, ser capaz de alargar a sua base eleitoral, de manter-se sempre acima desta, e afirmar-se como “Presidente de todos os portugueses”.

Foram estes os poderes que Cavaco Silva fez diminuir ou mesmo desaparecer durante uma parte importante do seu mandato. Cavaco perdeu apoio no País e reduziu assim a sua capacidade de diálogo com todas as sensibilidades políticas e sociais. A situação gerada após as últimas eleições legislativas é disto o melhor exemplo.

Esta realidade decorre de Cavaco Silva, em certa medida, nunca ter abandonado a perspetiva da governação. Mas o fundamental do alinhamento com o anterior executivo resultou da sua própria concordância ideológica com a estratégia seguida.

Ora é precisamente em torno do rumo escolhido por Cavaco Silva para a função presidencial que se fará o debate das próximas eleições presidenciais. Marcelo Rebelo de Sousa tentará mostrar que está muito para lá da sua família de origem, afastando-se o mais possível dos partidos da direita e até de Cavaco. Continuar a ler