Plano de Mobilidade e Transportes do Concelho de Vila Franca de Xira

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O Plano de Mobilidade e Transportes de Vila Franca de Xira (PMT VFX) é o instrumento que estabelecerá a estratégia global de intervenção em matéria de organização das acessibilidades e gestão da mobilidade para o concelho, definindo um conjunto de ações e medidas que contribuirão para a implementação e promoção de um modelo de mobilidade mais sustentável, compatível com o desenvolvimento económico, e indutor de uma maior coesão social.

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O Plano é cofinanciado pelo Fundo de Eficiência Energética (FEE), instrumento financeiro criado através do Decreto-Lei n.º 50/2010, de 20 de Maio, que tem como objetivos financiar os programas e medidas previstas no Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE), incentivar a eficiência energética por parte dos cidadãos e das empresas, apoiar projetos de eficiência energética e promover a alteração de comportamentos, neste domínio.

A elaboração do PMT VFX compreende as seguintes fases:

Fase I – Caracterização e Diagnóstico

Esta fase consiste na recolha e análise de informação de base necessária à caracterização da situação de referência e à identificação das disfunções em matéria de deslocações, das tendências pesadas de evolução, bem como das potencialidades e oportunidades do território.

Com a elaboração desta fase será possível a identificação prévia dos principais desafios e das intervenções prioritárias a desenvolver.

Fase II – Estratégia e Proposta de Plano Continuar a ler

Barreiro no European Cycling Challenge

Em 2015, a cidade do Barreiro e a AMAL (Associação de Municípios do Algarve) foram as representantes portuguesas neste desafio. Este ano, as duas são repetentes, às quais se juntam a Área Metropolitana do Porto e Região de Aveiro.

European Cycling Challenge

As inscrições, gratuitas, encontram-se abertas – prolongam-se até ao final do mês; podem ser efetuadas, em www.cyclingchallenge.eu/pt/, mesmo enquanto decorre o desafio. A iniciativa conta, no Barreiro, com o apoio da Decathlon, TCB, Forum e Fidalbyke.

Em 2015, a equipa representante do Barreiro, composta por 67 elementos, percorreu 6722 km, sendo 4599 km dentro das fronteiras geográficas do Concelho, números contabilizados na classificação deste desafio. Foi, assim, evitada a emissão para a atmosfera de 929 kg de CO2, gás, como se sabe, nocivo para o planeta, um dos responsáveis pelas alterações climáticas – contributo para a preservação do ambiente.

Sendo a “contabilidade” dos quilómetros baseada na tecnologia GPS, através de uma aplicação descarregada para o smartphone dos inscritos – que registou deslocações, soma, em tempo real, das distâncias percorridas e soma dos quilómetros totais das equipas –, uma das mais-valias deste desafio passa pelo Heatmap, registo gráfico, representado por cores, que permite a visualização das principais vias utilizadas. Continuar a ler

Siemens facilita circulação de ciclistas com “onda verde”

Fonte: StartUp Magazine

A Alemanha vai ser pioneira, mas a ideia é que rapidamente chegue ao resto do mundo. A chamada “onda verde” – quando uma cadeia de semáforos passa a verde em sequência – vai passar a ser uma realidade também para quem circula de bicicleta.

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A Siemens tem investido continuamente no desenvolvimento de sistemas avançados de gestão de tráfego, de forma a poder ajudar as cidades a serem mais sustentáveis e daí o investimento nas “ondas verdes”, que garantem um tráfego fluido, reduzem as travagens e acelerações desnecessárias e dão, assim, um comprovado contributo para a redução das emissões de partículas finas e óxidos de azoto.

À medida que o ciclista, com a aplicação SiBike, se aproxima de um cruzamento, o semáforo ou muda automaticamente para verde numa questão de segundos ou fica verde durante mais tempo. O smartphone do ciclista determina a sua posição via GPS e verifica se a bicicleta passou um ponto de ativação específico, definido de forma virtual e igualmente com apoio do sistema GPS, a uma velocidade predefinida. Quando a bicicleta passa o ponto de ativação, a aplicação informa o centro de controlo de tráfego sobre a sua ativação. O centro de controlo do tráfego emite de seguida uma ordem ao controlador dos semáforos e garante que o ciclista encontra um sinal verde. Continuar a ler

Lisboa | Rede de bicicletas partilhadas a funcionar em 2017

Fonte: DN

Rede deverá contar com 1410 bicicletas, distribuídas por 140 estações na cidade.

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Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) quer recorrer a fundos comunitários para financiar a rede de bicicletas partilhadas da cidade, que deverá estar em funcionamento na primavera de 2017, foi hoje anunciado.

“Estamos a ver se, no âmbito dos programas do Portugal 2020 e outros programas europeus, podemos candidatar [o projeto]”, disse à agência Lusa o administrador da EMEL, João Dias.

Tendo em conta que alguns programas “promovem a mobilidade sustentável (…), temos esperança que um sistema desta natureza possa ter cabimento e ser elegível”, acrescentou o responsável, indicando que a EMEL tem vários projetos financiados por fundos comunitários, como o da frota elétrica.

Em outubro passado, a EMEL lançou um concurso público para “aquisição, implementação e operação do Sistema de Bicicletas Públicas Partilhadas na cidade de Lisboa”, com um valor base de 28.904.000 euros e um prazo contratual de 108 meses (nove anos).
Porém, devido à exclusão por questões formais das 10 candidaturas apresentadas – que eram, essencialmente, de empresas estrangeiras -, a EMEL decidiu lançar um novo concurso, o que deverá acontecer “até ao final do mês”, estimou João Dias.

Dos critérios de adjudicação fazem parte a “proposta economicamente mais vantajosa” (que vale 50% no coeficiente de ponderação), a experiência de utilização da bicicleta (30%), as componentes funcionais (10%) e a imagem (10%).

Em causa está uma rede de 1.410 bicicletas distribuídas por 140 estações: 92 no planalto central da cidade, 27 na baixa e frente ribeirinha, 15 no Parque das Nações e seis no eixo central (que abrange as avenidas Fontes Pereira de Melo e da Liberdade). Continuar a ler

Barreiro | Câmara aprova Rede Ciclável

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A Câmara Municipal do Barreiro (CMB) aprovou, na sua Reunião Ordinária Pública de 21 de outubro, a Rede Ciclável do Barreiro. «Considerando a importância que a conceptualização estratégica de uma rede Ciclável tem para a sua correta implementação, tendo em vista uma sociedade mais saudável, uma vivência urbana com qualidade e a necessidade de alinharmos práticas urbanas com necessidades prementes de redução das emissões de gases com efeito estufa, proponho que a Câmara Municipal, delibere a aprovação da “Rede Ciclável do Barreiro”», justifica a Deliberação.

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O documento da Rede Ciclável do Barreiro (RCB) – que pode ser consultado no desenvolvimento desta notícia – refere, ainda, «o alargado processo de discussão e participação e envolvimento de um conjunto de partes interessadas, nomeadamente: – as unidades orgânicas da Câmara Municipal do Barreiro com competências em áreas que podem influenciar, direta ou indiretamente, o processo de planeamento das potenciais ligações cicláveis, mediante a realização de reuniões de apresentação do projeto e de discussão; – as associações locais promotoras da utilização da bicicleta, através da realização de reuniões de apresentação do projeto e de discussão; – o Conselho Local de Mobilidade (CLM) do Barreiro, mediante a apresentação e discussão do projeto da RCB em reuniões ordinárias do CLM; – e a população em geral, através da realização de fóruns participativos, de um período de discussão pública no período de 24.04.2015 a 22.05.2015».

«Hoje as questões relacionadas com a qualidade de vida, novas tendências urbanas, a prática de hábitos saudáveis, a qualidade do ar e a redução do ruído, as emissões de gases com efeito de estufa, as alterações climáticas, estão na ordem do dia.

A mobilidade suave, particularmente a que é praticada de bicicleta, tem hoje um crescente número de aderentes, seja por desporto, lazer ou nos percursos casa-trabalho-casa ou casa-escola-casa. Continuar a ler

Rede internacional de cidades propõe limite de 30 km/h nos centros urbanos

Fonte: Lusa

A redução da velocidade dos automóveis para 30 quilómetros por hora foi a principal recomendação aprovada ontem em Torres Vedras no III Congresso das Cidades que Caminham.

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“A principal proposta de trabalho é reduzir a velocidade para 30 quilómetros por hora [km/h] nas zonas residenciais para criar pontos seguros nas cidades, para que os peões e bicicletas tenham maior prioridade”, afirmou à agência Lusa Pablo Baco, coordenador da Rede Internacional das Cidades que Caminham (para já, ibérica), acrescentando que essa recomendação vai ser feita aos municípios e às administrações centrais.

O responsável explicou que, apesar de não reduzir o volume de tráfego, a diminuição da velocidade “reduz a poluição atmosférica e sonora e os acidentes rodoviários”.

Pablo Baco deu o exemplo de Pontevedra (Espanha), que recebeu hoje o Prémio Cidades que Caminham 2015, pelas suas boas práticas de devolver aos cidadãos os espaços públicos da cidade, restringindo o uso do automóvel e aumentando os acessos para os cidadãos. Devido a essa política, a cidade galega reduziu em 80% o número de acidentes rodoviários graves, envolvendo peões.

A Rede defende acessibilidade para todos na cidade, sobretudo para os portadores de incapacidades. Continuar a ler

Autocarro eléctrico circulou 415 quilómetros com uma única carga

Fonte: Green Savers

A empresa norte-americana Proterra anunciou que o seu autocarro eléctrico Catalyst XR circulou 415 quilómetros com uma única carga, o melhor resultado de eficiência de sempre para um autocarro com 12 metros.

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Segundo a empresa, o objectivo da inovação na autonomia dos autocarros eléctricos é levá-los a percorrer uma rota típica norte-americana sem recorrer ao carregamento das baterias. Os dados da General Transit Feed Specification mostram que uma rota típica de autocarro – urbana ou rural – cobre menos de 320 quilómetros. Isto quer dizer que o Catalyst XR pode, facilmente, fazer a maioria das rotas convencionais de autocarro nos Estados Unidos.

Segundo o Gizmag, o autocarro testado foi equipado com uma nova geração de tecnologia de armazenamento com oito baterias, capaz de gerir 257 KWh. A tecnologia foi desenhada de raiz a pensar na eficiência e autonomia do veículo. Continuar a ler

Transportes públicos | especialista defende mais responsabilidade para os municípios

Fonte: Lusa

Os municípios devem assumir uma maior responsabilidade nos transportes públicos, defendeu hoje o especialista em mobilidade urbana Tiago Farias, frisando que a qualidade do serviço não é viável com um modelo de negócio sustentado apenas nas receitas dos bilhetes.

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No âmbito da conferência “Mobilidade: Desafios Globais com Soluções Locais?”, promovida pela Direção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), que decorreu hoje em Lisboa, Tiago Farias disse à agência Lusa que se forem os municípios a definir as linhas de circulação dos autocarros e as tarifas a aplicar conseguem fazê-lo “de uma forma mais eficiente” face à responsabilidade que têm de “desenhar o espaço público e oferecer as condições para que coexistam automóveis, peões, bicicletas e transporte público”.

Para o especialista em mobilidade urbana e professor do departamento de Engenharia Mecânica do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa, para ter qualidade, o transporte público não pode estar dependente apenas das receitas dos bilhetes, admitindo que deve haver apoio do Governo.

Os custos associados aos transportes públicos “não são totalmente cobertos pelas receitas da bilhética”, precisou Tiago Farias, sublinhando que “enquanto isso não for assumido como uma regra do jogo, é muito difícil poder oferecer um produto muito competitivo ao automóvel individual”.

“Tem que haver um equilíbrio entre o que se pretende oferecer à cidade e torná-la mais sustentável”, expressou o orador da conferência, acrescentando que “depois há ganhos indiretos muito grandes em termos de saúde pública, de redução de tráfego e de qualidade de vida”. Continuar a ler

Barreiro | câmara galardoada com Prémio Nacional “Mobilidade em Bicicleta”

Trata-se do terceiro ano consecutivo em que o Barreiro é distinguido coma este Prémio Nacional da FPCUB – primeiro iBike (em 2013, na categoria “Cidadania”), depois Associação de Cicloturismo Fidalbyke (2014; “Dinamização Cultural da Bicicleta”) e, este ano a CMB, o que reflete o trabalho, esforço e dinamismo do Concelho na promoção da mobilidade suave.

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O Barreiro tem delineado uma Estratégia Municipal para a Mobilidade Ciclável (EMMC) que visa promover maior sustentabilidade no sistema de mobilidade e transportes, através da promoção de um modo de transporte económico, energeticamente eficiente, ambientalmente favorável e socialmente equitativo – a bicicleta.

Redes cicláveis do Barreiro e Intermunicipal, European Cycling Challenge 2015, Autocarros dos TCB “amigos das bicicletas”, Serviço de bicicletas do Posto de Turismo Municipal e Participação na elaboração de documentos estratégicos de promoção dos modos suaves foram algumas das ações promovidas pelo Município no âmbito da EMMC.

  1. Rede Ciclável do Barreiro

No projeto municipal da Rede Ciclável do Barreiro (RCB) realizou-se o planeamento e a programação de uma rede de percursos cicláveis para todo o território do Município do Barreiro como um todo coerente e funcional que estabelece a conexão entre pontos de origem e destino com interesse para os ciclistas (centros urbanos e áreas residenciais, áreas industriais e logísticas, interfaces de transportes e equipamentos coletivos).

A RCB, constituída por uma rede de percursos cicláveis com uma extensão global operacional de 108,4 km e por uma rede de 62 locais de estacionamento para cerca de 500 bicicletas, visa promover e encorajar uma maior utilização da bicicleta nas deslocações quotidianas de modo a potenciar o aproveitamento dos vários benefícios que lhes estão subjacentes, enquanto modo de transporte quotidiano, quer para população residente e visitante do Município do Barreiro como para o próprio Município. Continuar a ler

Mobilidade urbana: que planos têm as cidades?

Fonte: Smart Cities

Como é que os destinos turísticos mais importantes se estão a preparar para a nova era da mobilidade urbana? Para o demonstrar, a Skift e a MasterCard lançaram a plataforma on-line Future Cities, na qual dão conta de como as cidades estão a criar experiências personalizadas dedicadas a visitantes e residentes — quer através de infra-estruturas conectadas, quer através de tecnologias inteligentes.

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Até ao momento, Amesterdão, Singapura e Dubai são os destinos dissecados na plataforma, sendo vistos como locais que estão empenhados em construir cidades do futuro. Isto envolve, entre outros, a maneira como “estão a integrar tecnologias e a simplificar a forma como comunicam com os cidadãos em tempo real” ou como estão a “construir sistemas de transporte mais rápidos e sem condutor, acessíveis ao utilizador através do toque com um cartão ou telemóvel”.

A cidade holandesa de Amesterdão, por exemplo, desenvolveu o plano “Structural Vision Amsterdam 2040” a pensar nos cerca de 150 mil habitantes extra que se espera que venham a deslocar para a cidade entre este ano e 2040. Como parte do plano e para responder a este novo fluxo de pessoas, oAmsterdam City Council destaca a criação de novas rotas para os transportes, de mais parques públicos e ciclovias, de modo a diminuir o tráfego automóvel.

Ainda no âmbito da mobilidade, espera-se que a electricidade gerada a partir de moinhos de vento, painéis solares e biomassa seja capaz de alimentar entre 60 a 90% das deslocações de automóvel, em Amesterdão, em 2040. Até lá, também só será permitido aos barcos eléctricos e silenciosos navegar nos canais da cidade. Continuar a ler

Lisboa | Uma ponte laranja é apontada como exemplo

Fonte: TSF

Um dos principais sites de arquitetura e design tem a ponte pedonal e ciclável que une Telheiras às Torres de Lisboa em destaque.

Trata-se de um projecto de Telmo Cruz e Maximina Almeida, do gabinete de arquitectura MXT, os vencedores do concurso de ideias lançado aquando da Experimenta Design 2009. O responsável pela engenharia é António Adão da Fonseca (entre outras obras, esteve ligado à Ponte Vasco da Gama).

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A obra foi inaugurada em fevereiro deste ano pelo então presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, três anos depois do que estava previsto: as duas margens da Segunda Circular, em Lisboa, deviam estar unidas na Primavera de 2012.

O site Designboom fala numa ponte “dinâmica”, que veio aumentar o número de utilizadores de bicicletas na cidade. Continuar a ler

Lisboa bike to work | de bicicleta para o trabalho

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Estão abertas as inscrições para o Bike to Work Day, uma iniciativa que decorre no dia 18 de setembro e integra o calendário da Câmara de Lisboa para a Semana Europeia da Mobilidade, de 16 a 22 de setembro. De Bicicleta para o Trabalho junta a autarquia e a Lisboa E-Nova e tem o apoio da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta.

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O objetivo é desafiar as empresas, instituições e seus trabalhadores a deslocarem-se no dia 18 de setembro de bicicleta para o local de trabalho, procurando sensibilizar para a necessidade de reduzir os impactos ambientais da mobilidade urbana através da utilização de meios suaves de mobilidade.

As entidades interessadas em participar na iniciativa devem preencher o formulário online até 15 de setembro, a inscrição é gratuita.

APP indica qual o lugar de estacionamento vazio

Fonte: Green Savers

Quanto tempo passa, por dia ou semana, a tentar estacionar o seu carro em parques, depois de percorrer metros e metros de lugares ocupados? O projecto português Carcode quer facilitar este processo e apresentou recentemente a app City Parking, que será lançada oficialmente até ao final do ano e ajudará a procurar estacionamento de automóveis.

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“Está a ver o botão dos quatro piscas? Nós queremos criar um botão ao lado do botão dos quatro piscas. Um botão que poderá vir a ter um P”, explicou Hélio Silva, responsável pelo projecto Carcode, na apresentação da City Parking no workshop Redes de Veículos nas Cidades do Futuro, em Castelo Branco.

Segundo o Menos Um Carro, que cita a Exame Informática, o projecto Carcorde integra um consórcio de empresas e instituições de investigação. “Desde que seja um espaço de estacionamento gerido electronicamente, [ele] pode surgir nesta app”, acrescenta o responsável, revelando que a aplicação tem como fonte de informação os repositórios de dados de gestão dos parques de estacionamento.

Por enquanto, a app encontra-se em fase de protótipo – e apenas funciona com quatro parques subterrâneos de Castelo Branco, que aderiram a esta iniciativa que conta igualmente com o apoio do município local. Hélio Silva diz que, em breve, vão ser feitos os primeiros contactos com empresas e municípios que gerem espaços de estacionamento, a fim de criar uma lista de âmbito nacional, que poderá, a qualquer momento, indicar o local mais próximo para parar o carro. Continuar a ler

Na Holanda, o plástico reciclado pode vir a substituir o alcatrão nas estradas

Fonte: Público

Mais amigo do ambiente, mais rápido de colocar e mais leve e duradouro. Estas são as características que levaram a câmara de Roterdão, na Holanda, a estar disponível para testar a utilização de plástico reciclado para criar pavimentos de estradas, substituindo o alcatrão e, em alguns casos, incluindo tubagens e cabos no interior.

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As imagens que a empresa de construção holandesa VolkerWessels revelou recentemente no seu site mostram estruturas feitas de plástico reciclado, que tanto servem para construir estradas como para criar ciclovias. Debaixo da primeira camada existe uma caixa que se liga à outra extremidade de plástico com o apoio de pequenos tubos. Dentro da caixa, a VolkerWessels colocou canos e cabos para mostrar que é possível dar outras funções ao pavimento alternativo ao asfalto, como incluir cabos de electricidade, por exemplo.

A ideia é criar estradas através de várias partes pré-fabricadas que depois de montadas se tornam numa única via, construindo-se uma PlasticRoad (estrada de plástico). “As estradas podem ser construídas em semanas em vez de meses. É também muito mais fácil controlar a qualidade da estrada”, escreve a empresa na apresentação do seu projecto, sublinhando que a facilidade de construção e transporte até ao local onde será construída uma estrada diminui a logística e espaço a que obrigam este tipo de trabalhos. Continuar a ler

As 10 cidades com o pior trânsito do mundo

Fonte: Observador

Há cidades onde os condutores passam 125 horas por ano presos no trânsito. O Brasil tem três cidades neste ranking. Os números foram recolhidos por milhares de aparelhos GPS em todo o mundo.

transito tom tom (www.cockpitautomovel.com)

Istambul é a cidade com pior trânsito do mundo. A conclusão é de umestudo da conhecida marca de dispositivos GPS TomTom que mediu as horas passadas no trânsito em mais de 100 cidades em todo o mundo. Entre as 10 cidades com mais trânsito estão três cidades brasileiras, duas da União Europeia e ainda duas cidades da Rússia – Moscovo e São Petersburgo.

As 50 cidades com pior trânsito do mundo: Continuar a ler

Qual a cidade que mais pedala?

Fonte: Smart Cities

Vai começar, em Maio, a edição deste ano do maior desafio de ciclismo urbano entre cidades europeias. Chama-se European Cycling Challenge e contabiliza a distância percorrida de bicicleta por habitantes de cada cidade ou área metropolitana participante. Em Portugal, o Barreiro e a Comunidade Intermunicipal do Algarve são as únicas representantes registadas para pedalar até à vitória.

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Nesta quarta edição do Challenge, as principais regras mantêm-se: depois de cada cidade se inscrever oficialmente com uma equipa, qualquer habitante poderá juntar-se à competição. O mesmo é válido para ciclistas que, não sendo moradores, se desloquem a estas localidades por motivos de trabalho ou estudo. Até agora, estão inscritas 33 cidades e áreas metropolitanas.

Para contabilizar os quilómetros pedalados, os participantes terão ao seu dispor uma app gratuita para smartphone. Podem ser contabilizadas quaisquer viagens feitas por bicicleta, excepto as que estão enquadradas em actividades desportivas. Continuar a ler

eBRIDGE | mobilidade eléctrica junta cidades europeias em Lisboa

Fonte: Smart Cities

Para debater os últimos desenvolvimentos do projecto de mobilidade eléctrica eBRIDGE, Lisboa acolhe, nos próximos dias 23 e 24 de Abril, uma conferência que vai reunir todos os parceiros da iniciativa.

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Milão (Itália), Palma de Maiorca (Espanha), Vigo (Espanha), Valência (Espanha), Berlim (Alemanha), municípios austríacos, o Condado de Carmarthenshire (País de Gales) e a própria cidade de Lisboa são as localidades envolvidas no projecto, que estarão presentes no encontro a decorrer na capital portuguesa.

Co-financiado pela União Europeia, o eBRIDGE promove o surgimento de novos conceitos e serviços de mobilidade na Europa, encarando as frotas de veículos eléctricos como um factor-chave nos sistemas de transportes urbanos. Por essa razão, o projecto abriga várias acções operacionais e promocionais que visam demonstrar esse potencial e realçar o facto de serem veículos limpos, eficientes e silenciosos. Continuar a ler

Projecto-piloto “MOOVE Oeste Portugal”

O Projeto-piloto MOOVE Oeste Portugal está a ser desenvolvido com o apoio da OesteSustentável (Agência Regional de Energia e Ambiente do Oeste) e consiste em colocar à disposição do cidadão em cada um dos 12 concelhos da Região Oeste, um veículo 100% elétrico (VE), abastecido através de um sistema solar-fotovoltaico.

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Este piloto desenvolve-se no âmbito do projecto comunitário REPUTE – Renewable Energy in Public Transport Enterprise, sendo a Comunidade Intermunicipal do Oeste – OesteCIM, com o apoio técnico da Agência Regional de Energia e Ambiente do Oeste – OesteSustentável, responsáveis pela sua implementação, que consiste em desenvolver o seguinte:

Realizar um piloto que permita demonstrar que as actuais barreiras de mercado poderão ser ultrapassadas através do uso de novas opções eficientes e inovadoras utilizando energias renováveis nos transportes públicos, desencadeando aceitação e mudança de atitudes e comportamentos que se tornem o novo paradigma com vista a uma mobilidade sustentável. Continuar a ler