PCP quer Passe Social em toda a Área Metropolitana de Lisboa

Fonte: PCP

Ver moção aqui.

Os vereadores do PCP na Câmara Municipal de Lisboa apresentaram, no passado dia 22 de Junho, na Reunião Privada de Câmara, a moção “Por um Passe Social Intermodal para toda a Área Metropolitana de Lisboa”, que foi aprovada com a abstenção do PSD e do CDS.

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Criticando o actual sistema de bilhética da AML, onde é possível adquirir mais de 2000 tipos de bilhetes e passes apesar da redução da oferta de transportes em horários e percursos, o PCP sublinha o valor desproporcional do custo do Passe Social Intermodal face ao Salário Mínimo Nacional.

Apesar destes e outros desvirtuamentos, este tem sido um importante instrumento de promoção da mobilidade, intermodalidade e atractividade do sistema de transportes públicos.

Uma das questões centrais para o desenvolvimento de um verdadeiro sistema de transportes na AML é que o tarifário assente na plena intermodalidade do mesmo, integrando todos os operadores, modos de transporte e respectivos serviços do sistema. Continuar a ler

PCP: Os transportes públicos e a mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa

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Existe um outro caminho, uma política alternativa que responde aos problemas com que o Povo e o País se confrontam, Uma política patriótica e de esquerda, que no plano dos transportes públicos imponha uma profunda ruptura com o caminho seguido, uma aposta nas empresas públicas e na sua dinamização e aproveitamento, uma aposta que impõe o respeito pelos direitos dos trabalhadores, dos utentes e populações. Uma política patriótica e de esquerda nos transportes públicos orientada para promover a sua crescente utilização – com ganhos ambientais, económicos e sociais amplamente reconhecidos – através de uma política de preços atractiva, da crescente intermodalidade da bilhética, do reforço da fiabilidade e qualidade do serviço, e de uma oferta adequada às necessidades. Assumimos 10 prioridades estruturantes dessa política:

  1. Alargamento do Passe Social Intermodal, alargando a cobertura das coroas a toda a área metropolitana, consagrando-o como título válido em todos os operadores de transporte colectivo, públicos e privados, e em todos os seus serviços, e assegurando que um único passe permita a utilização de todos os meios de transporte colectivo sem aumento de preço para os utentes, bem como criar bilhetes multimodais válidos em todos os operadores.
  1. Redução imediata e significativa dos preços, a par da reintrodução da redução de 50% nos passes para estudantes e reformados e dos passes individuais do Metropolitano e da Carris.
  1. Reversão urgentes dos cortes impostos pelo anterior Governo à oferta na Carris, Metro, Transtejo e Soflusa, estimulando uma política que deve levar ao aumento da oferta nas próprias rodoviárias hoje submetidas à exploração capitalista.

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PCP transportes | “É imperiosa a necessidade de inverter a política de transportes”

Fonte: PCP

Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP, em reunião (do PCP) metropolitana sobre transportes públicos e mobilidade.

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As nossas cordiais saudações a todos os presentes que aqui vieram debater os problemas dos transportes públicos e da mobilidade da Área Metropolitana de Lisboa, mas igualmente os contributos e soluções que se impõem para os ultrapassar.

As opiniões que aqui foram expressas confirmam a gravidade da situação em que se encontra o sector dos transportes, particularmente dos transportes públicos e a existência de bloqueios agudos à mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa com evidentes prejuízos para a qualidade de vida das populações e com impactos muitos negativos no plano social, ambiental, energético e na economia.

Uma grave situação que é resultado, como igualmente aqui se afirmou, de uma errada política de transportes que tem vindo a concretizar-se nos últimos anos, particularmente desde o início da década de noventa e que se acelerou nestes anos de PEC e de Pacto de Agressão. Continuar a ler

DORS do PCP | Cem dias após as eleições de 4 de Outubro

1. Decorrem hoje, 14 de Janeiro, cem dias após as eleições legislativas de 4 de Outubro. O voto dos portugueses impôs a derrota do PSD e CDS-PP e da sua política, criando condições para a inversão do rumo de empobrecimento e declínio do País destes últimos anos.

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2. Com o contributo decisivo do PCP, iniciou-se uma nova fase na vida política nacional. A posição conjunta subscrita por PS e PCP, num quadro em que foram também subscritas posições conjuntas do PS com o PEV e o BE, constitui a base para uma solução política para dar resposta aos anseios mais imediatos dos trabalhadores e do povo.

3. Passados cem dias do 4 de Outubro, com uma maioria na Assembleia da República que pode dar um sinal de mudança na vida política, é agora o momento para uma acção do PCP de contacto com os trabalhadores e o povo que assinale os avanços conseguidos neste período – que mesmo parciais, são significativos -, que confirme a recuperação de direitos roubados, e explicite os caminhos de intervenção e luta para responder aos problemas nacionais.

4.Na Acção Nacional de Esclarecimento de 14 de Janeiro será distribuído o Jornal “100 dias”, que também integrará o número desta semana do Avante, Órgão Central do PCP.

5.De entre centenas de iniciativas em todo o País, referem-se as seguintes marcadas para a Península de Setúbal: Continuar a ler

PCP quer revisão do Serviço Público de Transporte de Passageiros

Ler nota de imprensa conjunta das direções regionais de Lisboa e Setúbal do PCP aqui.

Fonte: Lusa

O PCP defendeu hoje que a Assembleia da República deve revogar o despacho que define as regras das compensações financeiras aos operadores privados de transportes de Lisboa e rever o Regime Jurídico do Serviço Público de Transporte de Passageiros.

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“É preciso travar o processo de destruição que o governo PSD/CDS lançou contra os transportes públicos da Área Metropolitana de Lisboa com o novo Regime Jurídico”, defendem as direções das Organizações Regionais de Lisboa e Setúbal do PCP, num comunicado hoje divulgado.

O PCP recorda que o Governo “fez aprovar o novo Regime Jurídico do Serviço Público de Transporte de Passageiros reunindo contra ele um impressionante consenso: estiveram contra todas as Autarquias da Área Metropolitana de Lisboa, as Organizações de Trabalhadores e de Utentes e até a Associação Patronal do Setor”.

Com a entrada em vigor deste regime jurídico, lembram, o Governo “extinguiu a Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa (AMTL) e atribuiu as suas competências a várias entidades: à Área Metropolitana de Lisboa (para a qual transferiu uma pequena parte dos trabalhadores da AMTL), às novas 18 potenciais Autoridades de Transporte (os municípios), ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes e à (nova) Autoridade da Mobilidade e Transportes”.

O PCP entende que “não é possível gerir um sistema de transportes metropolitano com a fragmentação que o regime criou”.

“Centenas de licenças e alvarás na Área Metropolitana de Lisboa do setor rodoviário terminam já em junho de 2016, com o risco de provocarem a interrupção do serviço às populações ou serem assumidos compromissos inaceitáveis com operadores privados”, refere. Continuar a ler

PCP | Francisco Lopes lidera lista de candidatos à Assembleia da Républica por Setúbal

Fonte: distritoonline

O PCP apresentou a lista de candidatos à Assembleia da República 2015 pelo círculo eleitoral de Setúbal.

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1 – Francisco Lopes, electricista. PCP
2 – Paula Santos, licenciada em Química Tecnológica. PCP
3 – Heloísa Apolónia, jurista. PEV
4 – Bruno Dias, licenciado em Ciências da Comunicação. PCP
5 – Rui Higino, supervisor de turno. PCP
6 – Margarida Botelho, funcionária do PCP. PCP
7- José Lourenço, economista. PCP
8 – Vanda Figueiredo, assistente técnica. PCP
9 –  Manuel Rocha, quadro técnico. IND.
10 – António Magrinho, operário. PCP
11 – Fernanda Pésinho, jurista. PEV
12 – Frederico Pereira, empregado de escritório. PCP
13 – Paulo Costa, jurista. PCP
14 – Vivina Nunes, educadora de infância. ID
15 – Ricardo Balona, desenhador. PCP
16 – Nuno Martins, operador de apoio. PCP
17 – Paula Pereira, psicóloga social. PCP
18 – Carlos Almeida, advogado. PCP
19 – Jorge Magrinho, operário. PCP
20 – Susana Silva, licenciada em Engenharia de Gestão e Ordenamento Rural. PEV
21 – Francisco Jesus, téc. sup. da adm. Local. PCP
22 – Camila Malhadais, professora. IND

Mandatário – Alfredo Monteiro, professor.

Setúbal | PCP – 9.ª Assembleia da Organização Regional

Mais de 600 delegados deram corpo à 9.ª Assembleia da Organização Regional de Setúbal do PCP, realizada no passado dia 22 de março, em Almada. Aprovaram um conjunto de medidas e propostas que, segundo o PCP, a serem concretizadas, reforçarão consideravelmente a organização e a intervenção partidária e elevarão, e muito, o nível da resistência e da luta dos trabalhadores e do povo pela ruptura com a política de direita e a construção da alternativa patriótica e de esquerda.

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Conheça a Resolução Política, aprovada por unaninimidade – nem poderia ser de outra forma –  na 9.ª Assembleia da Organização Regional de Setúbal do PCP:

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PCP questiona Governo sobre vagas para médicos de família em Almada e no Seixal

Os deputados do PCP tiveram conhecimento que não foi aberta nenhuma vaga para médico de medicina geral e familiar no Agrupamento de Centros de Saúde de Almada/Seixal, no concurso aberto para a colocação dos médicos que terminaram o internato médico na segunda época de 2014. Os deputados comunistas não compreendem esta decisão, quando nos Concelhos de Almada e Seixal há muitos utentes sem médico de família e quando os cuidados de saúde primários não respondem adequadamente às necessidades da população.

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Estima-se que haja cerca de 70 mil utentes sem médico de família na área de abrangência do Agrupamento de Centros de Saúde de Almada/Seixal, o que corresponde a cerca de 20% da população abrangida.A carência de médicos de família e o desinvestimento nos cuidados de saúde primários têm reflexos nos cuidados hospitalares.

A rutura do serviço de urgências no Hospital Garcia de Orta não está desligada do elevado número de utentes sem médico de família, nem da insuficiente resposta dos serviços de saúde de proximidade.

O reforço dos cuidados de saúde primários, designadamente na atribuição de médicos de família a todos os utentes, permitiria resolver muitos problemas de saúde, libertando os cuidados hospitalares para as situações mais graves. Continuar a ler

PCP: Executivo da JF de Montijo e Afonsoeiro manifesta “uma evidente falta de ideias”

Fonte: Nota de Imprensa PCP

Nos últimos dois meses temos assistido a alguns lamentos por parte do Executivo da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro pelo simples facto de ter sido reprovada a sua proposta de Orçamento para 2015.

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A vida democrática nos órgãos autárquicos permite rejeitar qualquer proposta desde que a maioria dos membros, eleitos pela população, que constituem esse órgão não esteja de acordo com a mesma.

Aliás, em democracia não poderia ser de outra forma, se constatarmos que a proposta de Orçamento é um documento insuficientemente elaborado, que não transportando nada de novo, é nosso dever rejeitá-lo. Continuar a ler

Montijo | Partido Comunista contra aeroporto low cost na BA6

A direção de organização regional de Setúbal do Partido Comunista Português considera que a opção Montijo BA6 “apresenta limitações na gestão de tráfego aéreo devido à orientação das pistas e à proximidade do Aeroporto da Portela, ao número de horas que permite operar livre de limitações, nomeadamente de ruído, aos acessos rodoviários e a ligação à rede de transportes, os custos inerentes à adaptação de uma estrutura militar a fins civis que vai ser temporária, quando o país precisa de uma nova e com carácter definitivo que já deveria estar em fase de construção no Campo de Tiro de Alcochete de forma faseada”.

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Para os comunistas da região de Setúbal, “o anúncio que a Base Aérea do Montijo pode ter que ser usada por parte do tráfego Aéreo que ruma a Lisboa vem colocar de novo na ordem do dia a questão da saturação do Aeroporto da Portela. Esta é uma daquelas questões que há muitos anos estão em cima da mesa, e que levou a que várias opções de localização fossem equacionadas ao longo dos anos e que, finalmente, tivesse sido decido que a solução que melhor serve os interesses do país fosse a instalação desta importante e estratégica infraestrutura de transportes se situasse no Campo de Tiro de Alcochete”. Continuar a ler

PCP | Deputados questionam o Governo sobre o Centro Nacional de Formação Técnica Gil Vaz, em Canha, Concelho de Montijo

Em 1987 foi inaugurado o Centro Nacional de Formação Técnica Gil Vaz com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da atividade agrícola do país, tendo encerrado em 2007.

Durante os 20 anos de funcionamento, o Centro Gil Vaz formou muitas pessoas e trouxe mais conhecimento e inovação ao setor agrícola.

Desde 2007 até aos dias de hoje, as instalações do Centro foram totalmente abandonadas pelos Governos, estando atualmente num elevado estado de degradação, agravado por atos de vandalismo.

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O Centro Gil Vaz tem cerca de 338 hectares de grande diversidade. Tinha áreas de pastagens, diversas espécies florestais, como sobreiros, pinheiros mansos e algumas espécies exóticas, pomares de pessegueiros, estufas, vacarias e rebanhos de gado caprino e ovino. Continuar a ler