Plano Local de Saúde do Arco Ribeirinho

Este documento constitui a arquitetura do Plano Local de Saúde da área territorial do Arco Ribeirinho (PLSAR) que enquadrará a sua implementação no período de 2015 a 2017.

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O PLSAR tem como fundamento contribuir para a melhoria do estado de saúde global da comunidade. Na sua génese e construção aplicaram-se as seguintes orientações estratégicas:

  1. Atuar de forma pró-ativa e organizada sobre os fatores protetores da saúde e sobre os fatores de risco, sem deixar de ter em consideração a sua relação e impacto em patologias específicas.
  2. Dotar os cidadãos, os profissionais e a comunidade de competências que lhes permitam potenciar os fatores protetores da saúde e minimizar os fatores de risco, gerir a saúde e as doenças de forma informada e eficaz e influenciar o estado de saúde da comunidade.
  3. Responder às necessidades de saúde atuais e futuras dos indivíduos, das famílias e da comunidade, através da mobilização o mais abrangente possível dos agentes da comunidade, tendo em vista a utilização mais racional e eficiente dos recursos existentes e estimulando a criação de novos recursos.

Sabendo-se que a melhoria da saúde na população só é possível através do envolvimento da mesma (cidadãos, agentes comunitários e serviços de saúde) o PLSAR foi concebido de modo a assegurar um processo dinâmico e de todos.

O Arco Ribeirinho (AR) ocupa uma posição central no espaço da Área Metropolitana de Lisboa (AML), região com 16 Concelhos, sendo uma parte da Unidade Territorial designada de NUT III – Península de Setúbal. Continuar a ler

AML | qual o município com maior índice de saúde da população? conheça a saúde no seu município…

Fonte: Projeto GeoHealthS

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O principal objetivo do Projeto GeoHealthS é a avaliação da saúde da população portuguesa nos últimos 20 anos, através da construção, aplicação e disponibilização de um Índice de Saúde da População, à escala do município.

Este índice deverá: (1) constituir-se como uma medida multidimensional, compreensiva e consistente do perfil de saúde da população e dos fatores que a influenciam e (2) contribuir para apoiar a decisão política ao nível local.

Na área Metropolita de Lisboa o município de Mafra tem o Índice de Saúde da População mais elevado. No sentido inverso, o município da Amadora apresenta os valores mais baixos da AML.

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Segundo o Projeto GeoHealthS, a construção do Índice de Saúde da População (INES) compreende uma abordagem sociotécnica que combina a metodologia multicritério MACBETH (Measuring Attractiveness by a Categorical Based Evaluation Technique) com métodos participativos.

Estes métodos envolveram peritos, de diferentes áreas disciplinares, representantes de várias instituições nacionais e regionais que participaram em painéis Delphi e em conferências de decisão (ver Instituições Participantes).

A construção do INES envolveu várias fases: Continuar a ler

Odivelas | Foi inaugurada a 4ª Unidade de Saúde Familiar do Concelho

O novo Centro de Saúde da Pontinha, inaugurado em agosto de 2014, onde está alocada a Unidade de Cuidados Personalizados, dá resposta a cerca de 21716 utentes da Pontinha, recebeu hoje a inauguração da 4ª Unidade de Saúde Familiar (USF) do concelho.

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Esta nova Unidade de Saúde Familiar – Novo Mirante, situada na Estrada da Correia, nº 7 (Carnide) serve os habitantes das freguesias da Pontinha e Carnide e vai dispor de uma equipa composta por 6 médicos de família, 8 enfermeiros de família e 5 administrativos.

Nesta inauguração marcou presença o Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, o Presidente da Câmara Municipal de Odivelas, Hugo Martins, o Vice – Presidente da Administração Regional de Saúde, Luís Pisco, o Vereador da Saúde Edgar Valles, a Presidente da Junta da União das Freguesias da Pontinha e Famões, Corália Rodrigues e o Presidente da Junta de Freguesia de Carnide, Fábio Martins de Sousa. Continuar a ler

Contratados 88 novos médicos de família para Lisboa e Vale do Tejo

Estes novos clínicos vão garantir médico de família a mais de 160 mil utentes.

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A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) anunciou hoje a contratação de 88 novos clínicos para os Cuidados de Saúde Primários que irão garantir médico de família a mais 167.200 utentes, segundo aquele organismo.

A ARSLVT adianta, em comunicado, que estes médicos entram em funções no início de setembro, tendo a contratação sido efetuada na sequência de um concurso público que foi aberto no passado dia 26 de maio e que foi agora concluído.

Segundo a ARSLVT, os 88 médicos serão distribuídos pelos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) de Sintra (13), Almada/Seixal (9), Loures/Odivelas (9), Oeste Sul (8), Lisboa Central (7), Cascais (6), Arco Ribeirinho (5), Estuário do Tejo (5) e Lezíria (5).
Serão ainda colocados quatro médicos no ACES da Arrábida, outros quatro no de Lisboa Norte, mais quatro no ACES de Lisboa Ocidental e Oeiras, três no Agrupamento de Centros de Saúde da Amadora, mais três no do Médio Tejo e outros três no ACES Oeste Norte. Continuar a ler

Jornadas Pedagógicas de Educação para a Saúde do ACES Arco Ribeirinho, a 10 de julho

As V Jornadas Pedagógicas de Educação para a Saúde do ACES Arco Ribeirinho realizam-se na sexta-feira, 10 de julho, a partir das 9h00, no Fórum José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.

Programa completo aqui.

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PS | “Na saúde, gastar menos não é gastar melhor”

António Costa falava hoje na sessão de encerramento de um debate sobre o Serviço Nacional de Saúde promovido pelo PS em Coimbra, no âmbito da definição de políticas para a criação de uma alternativa que o partido pretende ser nas próximas eleições legislativas.

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“Gastar menos não é gastar melhor, não haver camas nos hospitais não é poupar dinheiro, é ter falta de respeito pelos utentes dos hospitais”, sustentou António Costa.

“Não contratar os enfermeiros que são necessários, não é resolver um problema, é adiar a satisfação de uma necessidade, que, depois, tem de ser satisfeita sem menos custos, mas com um enorme custo para a qualidade do serviço prestado aos doentes nos hospitais”, afirmou, defendendo ainda que “aumentar as taxas moderadores” representa “fazer os utentes do SNS pagar duas vezes (nos impostos e nas taxas) serviços a que têm direito”.

O líder do PS também criticou a centralização de “cuidados de saúde nos grandes hospitais”, pois ela não significa “racionalizar o SNS”, mas promover “momentos de rotura nas urgências”, como aconteceu na “crise de dezembro [provocada por um surto de gripe]”. Continuar a ler

Municípios do Estuário do Tejo reivindicam mais 38 médicos de família

Os municípios abrangidos pelo Agrupamento de Centros de Saúde do Estuário do Tejo (ACES), onde mais de 72.000 utentes não têm médico de família, reivindicaram hoje mais profissionais de saúde para a região.

O ACES abrange os concelhos de Vila Franca de Xira, Azambuja, Alenquer, Arruda dos Vinhos e Benavente, localizados a norte da Área Metropolitana de Lisboa.

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Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, Fernando Ferreira (PS), referiu que os cinco municípios do ACES manifestaram recentemente à tutela, numa reunião, a sua apreensão pela falta de médicos de família e de enfermeiros na região.

“No total, faltam 38 médicos de família e pelo menos 95 enfermeiros. Nos cinco concelhos existem 72.000 utentes que não têm médico de família. É uma situação muito preocupante”, apontou o autarca.

Fernando Ferreira disse que, no caso do município de Vila Franca de Xira, 44.300 utentes não têm médico de família, o que equivale a cerca de 30% da população. Continuar a ler

Barreiro | debate a “Delegação de competências para os Municípios na área da Saúde – Decreto-Lei 30/2015”

A Câmara Municipal do Barreiro (CMB) informa que AMANHÃ, sexta-feira, a partir das 21h00, o Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro recebe uma Sessão ABERTA À POPULAÇÃO do Observatório Municipal de Saúde. Em debate e análise vai estar a “Delegação de competências para os Municípios na área da Saúde – Decreto-Lei 30/2015”.

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Na mesa, e para debater esta temática está prevista a presença de Carlos Humberto de Carvalho, Presidente da CMB, Rogério da Conceição Palma Rodrigues (sujeito a confirmação) da Ordem dos Médicos – Seção Regional Sul, Zoraima Cruz Prado, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e Maria Fernanda Ventura, representante dos Utentes da Saúde.

Refira-se que o Observatório Municipal de Saúde é uma estrutura de apoio à CMB com funções de natureza consultiva e que tem por objetivo promover e articular a troca de informação, bem como promover a cooperação entre todas as entidades que, na área do Município, têm intervenção no domínio da saúde. Continuar a ler

Montijo | deputados do PSD de Setúbal contra perda de valências no Hospital do Montijo

Os deputados do PSD do distrito de Setúbal defendem que o hospital do Montijo deve manter as valências actuais, pondo de lado qualquer hipótese de diminuição de serviços que possa prejudicar os utentes.

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Os social-democratas transmitiram ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar Barreiro-Montijo a sua oposição a qualquer perda de valências no hospital do Montijo, tendo obtido a garantia de que tal não irá acontecer.

“A administração garantiu que esta unidade hospitalar irá manter o seu actual perfil, não havendo nenhuma alteração”, sublinha Maria das Mercês Borges.

A deputada do PSD critica ainda as recorrentes suspeições que são levantadas em torno do futuro do hospital do Montijo, e que vêm criar insegurança nos utentes, nos profissionais de saúde e na população. Continuar a ler

PCP questiona Governo sobre vagas para médicos de família em Almada e no Seixal

Os deputados do PCP tiveram conhecimento que não foi aberta nenhuma vaga para médico de medicina geral e familiar no Agrupamento de Centros de Saúde de Almada/Seixal, no concurso aberto para a colocação dos médicos que terminaram o internato médico na segunda época de 2014. Os deputados comunistas não compreendem esta decisão, quando nos Concelhos de Almada e Seixal há muitos utentes sem médico de família e quando os cuidados de saúde primários não respondem adequadamente às necessidades da população.

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Estima-se que haja cerca de 70 mil utentes sem médico de família na área de abrangência do Agrupamento de Centros de Saúde de Almada/Seixal, o que corresponde a cerca de 20% da população abrangida.A carência de médicos de família e o desinvestimento nos cuidados de saúde primários têm reflexos nos cuidados hospitalares.

A rutura do serviço de urgências no Hospital Garcia de Orta não está desligada do elevado número de utentes sem médico de família, nem da insuficiente resposta dos serviços de saúde de proximidade.

O reforço dos cuidados de saúde primários, designadamente na atribuição de médicos de família a todos os utentes, permitiria resolver muitos problemas de saúde, libertando os cuidados hospitalares para as situações mais graves. Continuar a ler

PSD Setúbal | ARS-LVT garante abertura de vagas para médicos de família para Almada e Seixal

Os deputados do PSD do distrito de Setúbal receberam hoje a garantia, dada pelo presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT), de que o concurso de Abril destinado aos médicos de família vai contemplar vagas para os concelhos de Almada e Seixal.

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Os social-democratas, acompanhados do presidente do PSD Almada, viram assim satisfeita a sua pretensão destes dois concelhos poderem contar com mais profissionais de saúde, tendo em conta a necessidade de colmatar os mais de 61 mil frequentadores sem médico de família.

O deputado do PSD, Nuno Matias, defende que “será dado mais um passo para que a população de Almada e Seixal possa ficar coberta ao nível de médicos de família”, acrescentando, no entanto, que “vai ser muito difícil resolver este problema nos próximos tempos”. Continuar a ler

Fonte: Smart Cities

Boa notícia!

Bruxelas prepara as prioridades de investimento em cidades inteligentes para o período 2015-2016 e, para já, as infra-estruturas ambientais ganham protagonismo. Esta foi a indicação deixada ontem pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), na Green Business Week, que decorre esta semana em Lisboa.

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Nas orientações dadas pela Comissão Europeia para as próximas calls do Horizonte 2020, programa de apoio à investigação e desenvolvimento tecnológico da União Europeia (I&DT), as cidades inteligentes são vistas, cada vez mais, como um conceito urbano transversal. De tal forma que, para os financiamentos 2015-2016, tanto as áreas de ambiente como de energia do programa-quadro contemplam assmart cities. O objectivo, explicaram os pontos de contacto nacionais para o Horizonte 2020 em Portugal, é que as próximas candidaturas a financiamento possam incluir “soluções baseadas na natureza” e “sistemas de gestão de águas e resíduos, em demonstrações de grande escala”.

Ainda no âmbito do Horizonte 2020, outras oportunidades para desenvolver projectos smart cities estão a ser desenvolvidas em Bruxelas. Exemplo disso é a Iniciativa Tecnológica Conjunta em sistemas e componentes electrónicos (ECSEL JU), no eixo das tecnologias de informação e comunicação. Numa lógica de parceria entre entidades públicas e privadas, a iniciativa tem comprometido um financiamento comunitário de 1,17 mil milhões de euros até 2020, para aplicações nas áreas de mobilidade, sociedade, energia, saúde e produção inteligentes. Continuar a ler

Nuno Canta e Catarina Marcelino visitaram Hospital do Montijo

No dia 16 de Fevereiro, o presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, e a deputada Catarina Marcelino visitaram as instalações do Hospital do Montijo, que integra o Centro Hospitalar Barreiro-Montijo. O autarca e a deputada foram acompanhados pela vereadora do pelouro de saúde a ação social, Maria Clara Silva, e pelo presidente da Junta da União das Freguesias Montijo e Afonsoeiro, Fernando Caria.

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A visita solicitada por Catarina Marcelino, na sequência de uma pergunta dos Deputados Socialistas eleitos por Setúbal sobre “serviços de saúde no Concelho de Montijo”, teve como objetivo verificar in loco a situação da Urgência Básica que funciona naquele Hospital, confrontada, aliás, com graves dificuldades ao nível dos recursos humanos, e visitar a unidade de cirurgia do ambulatório e a enfermaria de retaguarda existente naquele Hospital. Continuar a ler

Federação PS Setúbal | continua a barafunda nos serviços de saúde

Veio a público a notícia da demissão de 7 chefes de equipa dos serviços de urgência do Hospital Garcia de Orta, situação que é consequência direta da ação do Governo no setor da Saúde.

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Esta notícia enquadra-se num contexto que o PS já teve oportunidade de denunciar de enorme caos nos serviços de saúde do Distrito de Setúbal, com particular destaque para os serviços de urgência, mas decorre também do desinvestimento nos cuidados de saúde primários, levando a que haja hoje menos cidadãos residentes no Distrito de Setúbal com acesso a médico de família. Continuar a ler

Câmara de Sintra assina protocolo para instalação de unidades de cuidados de saúde primários

A Câmara Municipal de Sintra celebrou, hoje, a assinatura do protocolo de cooperação entre o Município de Sintra e o Ministério da Saúde para a construção e instalação de quatro unidades de saúde em Sintra.

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O presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta, referiu a importância da assinatura deste protocolo, no sentido da responsabilidade da autarquia em “prestar um serviço público e servir os munícipes nas áreas consideradas fundamentais como a saúde”, sublinhando ainda que “o dinheiro não pode sobrepor-se a questões de humanidade e é para dar resposta a questões desta natureza que poupamos nesta Câmara”.  Continuar a ler

Intervenção da Deputada Catarina Marcelino | audição Ministro da Saúde

Catarina Marcelino questiona Ministro da Saúde sobre investimentos em equipamentos de cuidados de saúde primários – centros de saúde – previsto no OE para a península de Setúbal.

Boa questão.

Ao que parece, é intenção do Governo, através da ARSLVT, construir um conjunto de equipamentos de cuidados de saúde primários na região. O modelo assenta em parcerias com os municípios. Com projeto tipo low cost – o que me parece bem – os municípios interessados comparticiparão com o terreno para as novas instalações e com uma parte do financiamento (negociável).

Existem municípios que, publicamente, já assumiram acordo com a ARSLVT – recordo-me de Sintra e Amadora. Por uma questão de princípio, os municípios liderados pela CDU não concordam com esta metodologia – é uma responsabilidade da administração central.

Na minha opinião, sendo uma responsabilidade da administração central, cabe aos municípios realizar todos os esforços para garantirem aos cidadãos mais e melhores serviços. Assim sendo, e em caso de terem condições, não vem mal ao mundo os acordos com a ARSLVT e quem fica a ganhar são os cidadãos.

Contudo, esta medida do Governo, não deixa manifestar uma grave falha de planeamento e gestão dos equipamentos de cuidados de saúde primários. Eventualmente, poder-se-á construir novos centros de saúde onde exista boa vontade dos municípios e deixar-se de construir onde é mais necessário.

Não encontrei a resposta do senhor Ministro…